Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca na fibromialgia após microfisioterapia

Avaliação da variabilidade da freqüência cardíaca na fibromialgia após microfisioterapia

Este estudo objetivou avaliar o efeito da Microfisioterapia sobre a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) em pacientes com fibromialgia.

15 pacientes com diagnóstico médico de fibromialgia que há 2 anos já eram monitorados por médicos, educadores físicos, psicólogos e fisioterapeutas, mas sem resultados satisfatórios, participaram do estudo.

A avaliação do sistema nervoso autônomo ocorreu por meio da VFC para a análise do sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático ao qual foi realizado antes e após a sessão de Microfisioterapia.

Foram realizadas duas sessões em um intervalo de 45 dias. Cada sessão durou em torno de 30 a 45 minutos. A Microfisioterapia foi conduzida de forma global que incluíam o protocolo de tratamento básico (NP3), bem como os controles e correções dos níveis avançados (P3P4, P5P6, até P7).

Durante a avaliação pôde-se constatar que os níveis endodérmico, ectodérmico e mesodérmico mais comumente envolvidos foram respectivamente a paratireoide e timo bem como a glândula adrenal.

A etiologia primária sempre desencadeia uma cascata de lesões envolvendo vários níveis. Após a correção da verdadeira etiologia envolvida, a vitalidade dos tecidos envolvidos foi restabelecida.

No presente estudo, a dominância simpática sobre o sistema parassimpático foi confirmada mostrando que o sistema simpático é predominante durante situações estressantes.

A microfisioterapia atua sobre as memórias teciduais e pode, portanto, estimular o sistema simpático. A microfisioterapia atua sobre as memórias teciduais e pode, portanto, estimular o sistema simpático. De acordo com os autores uma alta VFC está associada à rápida adaptação a diferentes situações, o que poderia ser correlacionado com a técnica de microfisioterapia, na qual uma estimulação positiva das memórias capacita o sistema simpático, adaptando-o à nova situação.

Este estudo mostrou que a Microfisioterapia equilibrando a atividade simpática e parassimpática, promovendo uma melhor adaptação do corpo.

Fonte: institutosalgado.com.br